O entorno já foi absorvido
Parte relevante da região é terra indígena, sem possibilidade de uso. O restante já pertence a Suzano, GWM e Grupo Imetame. Restam poucas áreas com este perfil.
Movimento que conecta o mundoO maior operador logístico do Espírito Santo expande sua atuação para o principal polo portuário e industrial do norte capixaba.
Há mais de 46 anos, a GDL desenvolve soluções integradas em operações aduaneiras, logística automotiva e centros de distribuição. Com a nova base operacional em Barra do Riacho, Aracruz/ES, reforça sua presença estratégica e amplia sua capacidade de atender às demandas da cadeia logística nacional.
Porto seco (CLIA) e operações aduaneiras, com desembaraço de DI.
Armazenagem, cross-docking e carregamento manual ou mecanizado.
Inspeção de pré-entrega (PDI) e preparação de veículos.
Integrada ao polo portuário de Barra do Riacho, onde a GWM e a Hapag-Lloyd já se posicionaram, com acesso direto às rodovias ES-010, ES-445 e BR-101.
Explore o globo para visualizar sua conectividade logística.

Use o painel de controle ou role a página. O globo gira até cada rota de importação, desce até a área e volta a abrir para as rotas de exportação.
Terreno plano com testada para a ES-010 e acesso direto à ES-445. No raio de 10 km estão a ZPE, os portos e a GWM.
Modelo em escala da faixa costeira entre a área e os portos. Arraste para girar a maquete ou use os botões.
Relevo e alturas exagerados para leitura. Traçado viário esquemático.
A área recebe a carga que desembarca a 10 km e a distribui pela BR-101, BR-262 e BR-259.
Rota rodoviária mais curta a partir da área (OSRM/OpenStreetMap).
A rota sai de Xangai, cruza o Estreito de Malaca e o Oceano Índico, contorna o Cabo da Boa Esperança e atravessa o Atlântico Sul até Aracruz.
A Hapag-Lloyd, sediada em Hamburgo, é sócia do Porto Imetame. A rota desce pela costa da Europa e da África e cruza o Atlântico até o Espírito Santo.
A Austrália é fornecedora relevante do Brasil em combustíveis minerais, como o carvão usado na siderurgia. Em 2026, o Brasil já importou US$ 1,84 bilhão nessa categoria. A rota passa pelo sul da Austrália, cruza o Índico e entra no Atlântico pelo Cabo da Boa Esperança.
Da costa leste dos Estados Unidos e do Rio da Prata, as rotas convergem em Aracruz, no Porto Imetame, junto com as da Ásia, da Europa e da Oceania.
O Espírito Santo lidera três pautas de exportação que podem ser consolidadas na área antes do embarque.
Grãos do Centro-Oeste e de Minas Gerais e minerais estratégicos, incluindo terras raras, chegam à área pela BR-262 e pela BR-259 e seguem para a Ásia pelo Cabo da Boa Esperança.
No 1º semestre de 2025, os cinco principais destinos das exportações capixabas foram Estados Unidos (33,9% do valor), Malásia, China, Egito e Argentina. Minério e aço, rochas e celulose somaram cerca de 60% do total.
A área tem acesso direto à ES-010 e liga-se à BR-101 pela ES-445. Da BR-101 saem os eixos para todo o Brasil.
Traçados esquemáticos.
Pela ES-445 até a BR-101 e pela BR-101 no sentido sul, a área chega ao complexo de Tubarão, ao aeroporto de Vitória e às unidades da GDL em Cariacica, a 85 km.
Modelo em escala da faixa costeira entre a área e os portos. Arraste para girar a maquete ou use os botões.
Relevo e alturas exagerados para leitura. Contorno da área generalizado, posição da GWM aproximada e traçado viário esquemático. Linha de costa: malha municipal do IBGE.
A ES-010 margeia a área e proporciona acesso direto ao complexo portuário de Barra do Riacho, incluindo Portocel, Porto Imetame, GDL e GWM, todos localizados em um raio aproximado de 10 km. Constitui o principal eixo de distribuição regional em direção à Grande Vitória.
Corredor estadual que conecta Barra do Riacho à BR-101 em aproximadamente 26 km, formando o principal acesso entre o complexo portuário e a malha rodoviária nacional.
Principal eixo rodoviário do país, conectando a área aos mercados do Sudeste, Nordeste e Sul, com acesso direto aos polos industriais e consumidores de Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Salvador.
Integra o Espírito Santo ao estado de Minas Gerais e ao Centro-Oeste, constituindo um dos principais corredores para movimentação de cargas industriais, agrícolas e minerais.
Liga a BR-101 à região de Colatina e ao Leste de Minas Gerais, onde se integra às BR-116 e BR-381, ampliando as alternativas logísticas para distribuição e escoamento de cargas.
Parte relevante da região é terra indígena, sem possibilidade de uso. O restante já pertence a Suzano, GWM e Grupo Imetame. Restam poucas áreas com este perfil.
Posição limítrofe à ZPE Aracruz, com sinergia logística para operações de importação e exportação.
O Porto Imetame (Hanseatic Global Terminals, JV com a Hapag-Lloyd) terá 750 m de cais e capacidade projetada de ~1,2 milhão de TEUs/ano.
Portocel e Porto Imetame têm retroáreas reduzidas. Fornecedores offshore, subsea e da cadeia automotiva vão precisar de espaço junto aos terminais.
Aracruz está na área de atuação da SUDENE desde 2021. A operação também pode usar os programas do Governo do Espírito Santo.
A confirmar com a Prefeitura de Aracruz. Não há programa municipal publicado para novos empreendimentos.
Recinto a 10 km dos terminais, para cargas de importação e exportação.
CD incentivado com saída pela ES-445 e BR-101 para o Sudeste, o Nordeste e o Centro-Oeste.
Apoio à cadeia automotiva da GWM e aos importados, com pátio, inspeção e preparação de veículos.
Consolidação de rochas ornamentais, café, pimenta, grãos e minerais antes do embarque.
Pátio de contêineres e cargas de projeto para Portocel e Porto Imetame.
Armazenagem e apoio a fornecedores que operam pelos portos de Barra do Riacho.



Assinatura do acordo de confidencialidade e envio do polígono georreferenciado.
Visita à área, à ZPE e aos portos de Barra do Riacho.
Layout da operação, faseamento e enquadramento nos incentivos.
Modelo de negócio e condições para a operação da GDL em Aracruz.
Imóvel regular, sem ônus, com zoneamento do PDM de Aracruz voltado a logística e indústria.